domingo, 26 de julho de 2009

¨But i do know one thing, that´s where you are, is where i belong.
I do know , that where you go, it´s just where I want to be. Where are you going?
Where do you go?
Are you looking for answers
For questions.. under the stars...¨

http://www.youtube.com/watch?v=p_lkMK2Spu0

quinta-feira, 23 de julho de 2009

E foi naquele dia que sua pior inimiga, virou sua mais preciosa aliada.

domingo, 19 de julho de 2009


liquid love, liquid life... everything is melting with me

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Dumbo e sua peninha

Nos últimos tempos tenho pensado muito no filme Dumbo, em especial na parte em que ele encontra sua famosa peninha mágica. Ele acreditava que só poderia voar se estivesse com aquela peninha enrolada na tromba. Ela se tornou seu amuleto, algo sem o qual ele não poderia realizar seu grande vôo.
É curioso como cada um de nós também possui uma peninha mágica, que muitas vezes é uma pessoa amada que nos dá força para continuar lutando pelo nosso objetivo. É com ela, e apenas perto dela, que parece termos força suficiente para deixar tantas coisas de lado e seguir em direção ao nosso sonho. Ela nos acalma, nos dá amor e equilíbrio para a vida que queremos.
O problema vem quando a peninha - como aconteceu com Dumbo - vira completamente essencial para voarmos. Essa dependência faz com que sua ausência seja insuportável, se torne motivo para, além de não voarmos, não conseguirmos ao menos caminhar normalmente. O pensamento obsessivo pela peninha traz para a nossa vida a dependência psicológica de um bem que acaba dando a volta na circunferência e se tornando nosso inimigo.

...será que existem grandes paixões que em algum momento não se tornem uma peninha maléfica?

Acredito que por sermos seres tão complicados e em muitos momentos paranóicos por natureza (lembro-me de meu sobrinho de três anos que quando mandamos ele tomar banho ele chora e diz: vc não me ama! Vai entender...) Mesmo os amores bons podem passar por momentos que nos fazem mal. Mas quando um amor faz realmente bem para nossa alma, ele não permanece nesse estado deturpado de nossas mentes por muito tempo. Logo ele volta a ser bom e te revela que vc pode sim voar sem ele, que ele apenas iniciou um processo que já estava acontecendo dentro de vc. Ele te traz ainda mais força para enxergar aquele potencial que vc já desconfiava ser seu grande aliado.

Em homenagem a minha peninha mágica
Obrigada, KTA

terça-feira, 23 de junho de 2009


"Não adianta. Tudo isso eu vivi sozinha. Você quer fazer parte dessa história mais do que te pertence. Mas não adianta. Cada suspiro eu vivi por mim, e valeu apena. Foram todos momentos que desejei, sonhei e se concretizaram. Só eu sei o que realmente aconteceu. Só eu senti as dores e os prazeres desse sobro de brisa quente nos cabelos. Por mais que você invente possibilidades, histórias, imagine como foi cada minuto e tente roubar minha memória, aquela moça linda que encantou a minha vida só pode ser vista através dos meus olhos. Você pode até conhecê-la, criar na sua cabeça os devaneios que tivemos, tentar vive-los com ela, mas não vai conseguir. Tudo foi único e exclusivamente feito naquele momento que não existe mais. Sim, ela é a ex-namorada, aquela a quem você teme e se pergunta: Será? Será que ela volta? É por causa dela que as noites de boemia não são mais tão bonitas para você, afinal, o que acontecerá se estas noites de devaneio, de cerejas na praia, de suspiros latinos voltarem?
Hoje eu tive vontade de rir. O melhor é saber que sim, ela vive dentro de mim e ninguém nunca poderá apagar o que passou. Felizmente, você ainda não tem o poder de apagar a minha memória."
"Diário da Nova Era", Jamie Flavour

segunda-feira, 22 de junho de 2009

click!


tô aprendendo minha gente... mas já é um começo, não é?

backstage Simone Nunes


Backstage Erika Ikezili

backstage Agua de Coco

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Buemba Buemba!

Como disse José Simão, finalmente a vingança dos três porquinhos


em homenagem a Clau
Dica: BandNews 8h40 da manha tem o macaco José Simão na área sempre com uma piada pronta para animar o dia, vale a pena.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Sonhos da Menina

A flor com que a menina sonha
está no sonho?
ou na fronha?

Sonho
risonho:

O vento sozinho
no seu carrinho.

De que tamanho seria o rebanho?
A vizinha apanha
a sombrinha de teia de aranha...

Na lua há um ninho
de passarinho.

A lua com que a menina sonha
é o linho do sonho
ou a lua da fronha?

Poesias infantis de Cecília Meireles

quinta-feira, 16 de abril de 2009


"E lá tem colchão macio e beija-flores na janela do quarto. Tem fogão e azuleijo antigo. Sofá gostoso e vozinhas divertidas. Pé de maracujá, samambaia, árvore da felicidade e jasmim....tem amor, vontade de voltar para casa e encontrar por lá o cheirinho de lar.. doce lar"

terça-feira, 14 de abril de 2009

O M&M Vermelho


"Tem gente à beça no mundo. Dessas bilhões, somente centenas (quando tanto) chamam nossa atenção ao longo da vida. Gostamos de dezenas. Nos importamos verdadeiramente com, vamos ver, uma dúzia no máximo. Amamos muito poucas, quando amamos.
A probabilidade de encontrar alguém que nos desperte esse sentimento é a mesma de encontrar o M&M vermelho em época de promoção: mínima, mas a esperança nos mantém abrindo pacotinhos. De vez em quando cansamos e nos conformamos com os azuis e os amarelos. Mas, no íntimo, pensamos em quão delicioso seria descobrir o vermelho. Em qual sensação provar o amor nos traria. Elucubramos, sonhamos acordados – mas a vida continua e não se pode viver de sonhos.
Eventualmente esquecemos o bem-fadado vermelhinho e sacamos que a felicidade está em se entregar à cor que se tem ou não se entregar a cor nenhuma (viver sozinho, para alguns, é um alento. Pra mim, um tormento). Desencanamos desse papo de amor: uns por acharem que o encontraram – ou por terem-no encontrado de verdade -, outros por acharem que não existe. E tem os desesperados, compulsivos por abrir pacotinhos (o que é, diga-se, um ótimo meio de ficar infeliz). Enfim: nos acostumamos com o que criamos para nós, afinal cada um escolhe a história que quer viver. E se o enredo não for dos melhores, não adianta culpar os atores – quem escolheu o elenco foi você. Quem escreveu as falas ridículas também. Transferir responsabilidade é muito feio, já te disseram isso?
Daí, no meio de uma atividade banal qualquer – andar pela calçada, passear com o cachorro, jantar fora – alguém nos oferece, despretensiosamente, um pacotinho de M&M. Aceitamos, qual o problema? Nessa altura já nem nos lembramos do papo, outrora tão presente, sobre o vermelho: o assunto morreu por falta de água. Rasgamos o pacotinho e... O que é isso?! É ele. Com sua cor vibrante, sua magia. Não, não era sonho: ele existe e está, nesse instante, em suas mãos. E a promoção está em vigor. Não é o máximo?!
Então tudo o que desejamos pode se tornar realidade. A alegria de acordar com alguém e adorar observar seu rosto mesmo com marcas de travesseiro. A vontade de que o final de semana se anuncie logo e as horas juntos se multipliquem. A dor de estômago que se dá só de pensar em viver sem o sorriso acolhedor e as pequenas trapalhadas. Diante daquele vermelho, finalmente temos a certeza: tudo isso pode ser nosso.
É impossível não ficar bobo-alegre. A vida que levamos até então pode ter sido boa, mas nada comparada à descoberta do amor que sempre acreditamos existir. Mesmo quando fingimos não acreditar. Ficamos inebriados, e nesse atordoamento, prestamos atenção demais em nossos delírios e cometemos um erro gigante: paramos de prestar atenção no M&M vermelho. Sem querer. É como bicho de estimação: enchemos de mimos e cuidados nas primeiras semanas, mas, com o tempo, ele faz tão parte de nossa vida que não nos damos mais conta de sua real importância e diminuímos, sem notar, a atenção e o carinho. Descuidamos. E é aí que acontece: M&M cai no bueiro. Ou outra pessoa passa por nós e, como se nada fosse, o tira de nossas mãos. Quando notamos, o perdemos.
E como dói lembrarmos como era bom. Ou poderia ter sido."

quarta-feira, 25 de março de 2009

sexta-feira, 20 de março de 2009

quarta-feira, 4 de março de 2009